"suponho que as pessoas, à força de se gastarem tanto a si e aos outros pelas palavras, são pelo menos coerentes ao reconhecerem sabedoria numa língua calada"
william faulkner, o som e a fúria
"suponho que as pessoas, à força de se gastarem tanto a si e aos outros pelas palavras, são pelo menos coerentes ao reconhecerem sabedoria numa língua calada"
diz que o seu nome era
ana...
lá pelas...
20:31
e reza a história que era assim:
"as linhas com que me coso"
4 comentários:
o conforto no silêncio.
isto já foi
um dia
historias sem fim merecem um fim.
a melhor coisa que ouvi hoje
Não sei porque é que de vez em quando recebo mail's deste blog no meu hotmail....estranho, no minímo!
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