sexta-feira, 6 de junho de 2008

toujours le même film...*

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rouba, algures, um final feliz para me oferecer.
*urbs

7 comentários:

Anónimo disse...

uma mulher como tu ha-de saber construi-lo. construi-lo e molda-lode modo a dar tudo aquilo que se pode dar e receber tudo o que ha para receber.

Anónimo disse...

A verdade é que não é fácil. por vezes apesar das nossas tentativas o final nao é feliz. talvez nao tenhamos a habilidade necessária, talvez as nossas experiências nao nos tenham permitido desenvolver as competências para o conseguir, talvez o contexto não ajude...talvez tanta coisa.resta-nos continuar a tentar. por vezes a vontade é desistir..mas no fundo ha sempre uma esperança de o final feliz aconteça.
gosto de ler o que escreves
chamo-me sara e os meus finais nem sempre foram felizes

Baggio disse...

Óbvio:
http://br.youtube.com/watch?v=woahas_W35A

Lou Camille (na vida real Sílvia A.) disse...

lembra-te minha pequena grande mulher que um final menos feliz pode ter um final muito feliz..... mas afinal porquê tanta questão à volta do final? infeliz ou feliz será sempre um final.... e o final afinal não sei se existe.

Anónimo disse...

Existir existem. Mas tb são sinal de esperança porque significam que mais cedo ou mais tarde vai haver um começo.E ao contrário de alguns finais a maioria dos começos são sempre tao bons. É isto que há de bom nos finais... A ter sempre em mente.

atento disse...

Parece-me que o servidor não está a colaborar…
Já tentei postar em cima, mas não consegui…

ana... disse...

cara sara, não sei nada sobre finais ou sobre inícios. são todos diferentes, pouco há a aprender. mas sei que a felicidade sou eu que a construo, dia a dia, todos o dias. logo há dias melhores que outros e alturas piores que outras. e há dores que doem aquilo que dizemos doer. não é bem a esperança do final feliz que me move, são os sonhos, são as borboletas na barriga, é o cheiro da roupa lavada e dos livros, é o sabor da pele, são os ruídos das noites desertas, são as manhãs de sol, as mãos entrelaçadas e o salitre na ponta da língua, são as pessoas que tenho e as memórias do que foi.
se o meu final foi feliz, no fim, não sou eu que o vou ditar... mas sim aqueles que amo e que me amaram.
sobre os finais, nem os teus nem os meus... mas no fundo não importa.
apraz-me muito saber que há quem goste das linhas que confusamente e envergonhadamente atiro... à espera que os peixes mordam.
obrigada um beijinho

vasco baggio, as memórias tão felizes que me trouxeste. e as saudades imensas... foi um final feliz do final feliz. obrigada

pois sílvia, pois... obrigada por me relembrares dos pontos e pespontos que cosem os dias.