A contas com o bem que tu me fazes A contas com o mal por que passei Com tantas guerras que travei Já não sei fazer as pazes São flores aos milhões entre ruínas Meu peito feito campo de batalha Cada alvorada que me ensinas Oiro em pó que o vento espalha Cá dentro inquietação, inquietação É só inquietação, inquietação
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domingo, 21 de janeiro de 2007
"quantos milhões de estrelas conseguiste pintar?"
diz que o seu nome era
ana...
lá pelas...
22:30
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4 comentários:
Nao largues esta mao no torvelinho
Pois falta sempre pouco pra chegar
Eu nao deitei o barco ao mar pra ficar pelo caminho :)
[a rebolar no chão e a pensar em como és palhaçona]
tinha-te a ti
tinha-te a ti e tinha paz
num país que era ainda sonho
onde a tristeza não tinha lugar
pois era uma canção
que não te ouvi cantar.
no tempo das crianças
não se pode chorar
nada e ninguém é infeliz,
tudo é giz
a desenhar cidades
e mesmo a noite ao abraçar o ar não passava da porta para me vir buscar.
quantos milhões de estrelas conseguiste pintar?
...
e um dia eu vou ter o prazer
de viver em frente ao infinito mar
e num instante recolher do ar
a graça desse amor
que pudeste deixar
para fazer o dia
finalmente chegar
anh! anh! ...
quantos chupas fiesta queres desta vez?
Parola, viste o jogo? Eu sei que viste! Viste o papá, a mamã e a mana na televisão? Viste-me? Lembrei-me de ti. As meninas do Gil Eanes estavam lá todas, menos a lateral esquerda com o melhor remate de segunda linha, que foi parva e perdeu uma grande oportunidade de marcar livres de sete metros pela selecção. Era a tua especialidade! Não tens saudades? A tua menina Rita tem a quem sair, estou impressionado!
Foi tão bonito ver aquela exibição massiva de peito inchado daqueles que bem sabemos! Era só vedetas de bancada! Foi um belo jogo!
os últimos 20 min da segunda parte e porque o João me avisou. não fazia ideia que tínhamos voltado a velhos tempos de glória, mas com o Serpa no poleiro tudo se explica. vi-o e lembrei-me do escarcéu que ele fazia no balneário durante o intervalo, os caixotes atirados contra a parede, os bancos arremessados e das poucas vezes que foi capaz de me tecer um elogio :P vi uma das minhas tias, uns belos personagens, a Sara, os “bosses” aos pulinhos. ouvi os largos elogios ao Gil Eanes (fiquei babada e de lágrimas nos olhos, confesso). espero que este tenha sido de alguma forma um baldezinho de água fria ao Valentim e companhia. no natal vi uns cartazes muito jeitosos da JSD… tão anormais, tristes... coitados!
tenho muitas saudades… nem fazia ideia que tinha tantas… foi uma altura muito boa! tenho saudades do cheiro da resina, do barulho dos ténis no chão, das vozes, das boladas, delas, da palhaçada dos treinos, da palhaçada dos jogos, dos nervos à flor da pele, até do estúpido do equipamento, de ser capaz, de ser indispensável, da minha impulsividade, da minha força e da sobretudo da minha segurança… tenho muitas saudades de mim naquela altura.
a minha Rita será muito melhor que eu, em nada se parece comigo. primeiro porque eu sempre fui uma péssima pivot e ela adapta-se muito bem ao ataque na linha. travar contra-ataques é com ela. depois ela tem um bom remate, mas tem uma suspensão bem melhor que a que eu tinha. e ela tem um jogo muito racional, é muito perspicaz, tem uma personalidade muito forte. ela tem 15 anos e já está a treinar com as seniores… e não é uma miúda qualquer que aguenta fazer treinos com aquelas marmanjas que estão na primeira divisão a disputar o título. a minha mini é o meu orgulhinho!
do que vi fiquei muito agradada, foi sem dúvida um belo jogo... por muito que o meu sonho fosse um dia ter um remate esquerdo como o do Filipe Cruz :P nem ele nem o Carlos Resende faziam lá nada. o Galambas continua grande. tu também deves ter muitas saudades!
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