Desde quarta-feira que ando a acordar com esta música na cabeça! Estarei ligeiramente mais louca? Ou há mais casos? É horrivel quando uma música nos fica a martelar na cabeça, mas esta... é caso para perguntar que mal terei feito nesta ou em outra vida. Porquê o Vitor Espadinha? Porquê o Recordar é viver? Isto não é vida, não é locura, não é karma... isto não se explica... é doentio... mal começo a ter consciência que um novo dia começa, olho para o lado e lá está o Vitor Espadinha e aquelas meninas do coro, na versão mini holograma. Espero que a música original tenha coro, porque eu oiço um coro... e vejo. Podia ser pior... a Tourada do Fernando Tordo, ou a Tonicha, ou as Doce... podia ser até ser esse dinossauro da música ligeira portuguesa o senhor Cid, José Cid... mas não tinha de ser o raio do Vitor Espadinha. Eu sei que a minha mãe passou por muitas dificuldades ao longo dos nove meses de gestação (que ela jura a pés juntos que foram na realidade dez), mas nada explica isto, nem o facto de falar com espelhos, colheres de pau, candeiros, molas...
Foi em Setembro que te conheci.
Trazias nos olhos a luz de Maio.
Nas mãos, o calor de Agosto.
E um sorriso.
Um sorriso tão grande que não cabia no tempo.
Ouve, vamos ver o mar!
Foste trinta de Fevereiro de um ano por inventar.
Falámos, falámos coisas tão loucas
que acabámos em silêncio por unir
as nossas bocas.
E eu aprendi a amar.
REFRÃO:
Sim eu sei, que tudo são recordações.
Sim eu sei, é triste viver de ilusões.
Mas tu foste a mais linda história de amor
que um dia me aconteceu.
E recordar é viver, só tu e eu.
Foi em Setembro que te conheci.
Trazias nos olhos a luz de Maio.
Nas mãos, o calor de Agosto.
E um sorriso.
Um sorriso tão grande que não cabia no tempo.
Ouve, vamos ver o mar!
Foste trinta de Fevereiro de um ano por inventar.
Falámos, falámos coisas tão loucas
que acabámos em silêncio por unir
as nossas bocas.
E eu aprendi a amar.
REFRÃO:
Sim eu sei, que tudo são recordações.
Sim eu sei, é triste viver de ilusões.
Mas tu foste a mais linda história de amor
que um dia me aconteceu.
E recordar é viver, só tu e eu.
(...)

1 comentário:
Bom diiiiiiiiiiiiiiiia, Ana !
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