Elas custam, sobretudo quando saem da boca de quem não queremos. E quando não sabemos muito bem o que procurar, ou o que achar. Por mais mérito e boa vontade que reconheça nelas, nem por isso me deixam mais animada e segura. Não fui capaz de contar as grandes maleitas… gosto de as tratar por… grandes maleitas, como se realmente fosse uma grande tragédia. Face a vidas turbulentas e preocupadas, perco toda a coragem de contar que algo está mal na minha e ai regressamos ao velho e aditivo esquema… A Ana é tão boa rapariga e não dá preocupações nenhumas. Como se eu fosse aqueles recém nascidos que dão boas horas de sono aos pais. Quando chega o tempo de colher as uvas, há sempre que ouvir… e só agora é que dizes isso?!?! E quando estão há espera que diga?!?! Entre a conversa do IRS, do imposto sucessório, do baptizado na Páscoa, ou da última fofoca da pequena urbe?!?! Mais uma vez a corroborar com o fascinante mundo de aparências.
Boa Ana… continua a falar sozinha... depois queixa-te!
Qualquer dia junto-me a uma seita


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